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Kely Karenina - "Eu sonho minha pintura, e então eu pinto o meu sonho." (Vincent Van Gogh)"
Brasileira, nascida em Formosa-Go e servidora no Distrito Federal. Poeta, amante da literatura, música e cultura em sua totalidade. Ao longo da vida participa de projetos artísticos envolvendo música, literatura e artes visuais. São elementos muito presentes em suas obras.Na pintura acrílica e óleo, seu estilo é contemporâneo, desde o figurativo moderno ao abstracionismo e também retratos. Utiliza -se de várias técnicaspara se expressar.
Descubra obras de arte contemporâneas de Kely Karenina, procure obras de arte recentes e compre on-line. Categorias: artistas contemporâneos brasileiros. Domínios artísticos: Pintura. Tipo de conta: Artista , usuário desde 2020 (País de origem Brasil). Compre as últimas obras de Kely Karenina no ArtMajeur: Kely Karenina: Descubra impressionantes obras do artista contemporâneo. Navegue obras de arte, comprar obras originais ou impressões de luxo.
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Renato Farinha
Renato Gomes Machado, no papel de Renato Farinha, é o arquiteto dessa jornada extraordinária. Sua paixão pelo teatro, combinada com uma visão pedagógica inovadora, moldou a Academia de Atores Tríade em um celeiro de talentos e uma força transformadora na comunidade teatral. Com uma dedicação incomparável, Renato Farinha continua a guiar nossa academia para novas alturas, inspirando a todos a explorar os limites da expressão artística e espiritualidade no palco.

ELISETE ALVES
ELISETE ALVES DOS SANTOS COSTA, Cidadã Formosense, filha de José Elísio dos Santos e Irene Alves dos Santos, nasceu em Paraguaçu (SP). Viveu a infância e parte de sua juventude em Maraial (PE), onde compôs os primeiros versos. Em Formosa-GO fez seu último leito e deixa família (Filha, Genro, e Netos), que herdam o Carisma de acolher e serem sensíveis a Arte e a Literatura.
Advogada, contabilista e especialista em educação, recebeu vários títulos e homenagens de mérito e honra pela sua atuação literária. É autora do Hino à Bandeira de Formosa.
É ex-membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, ex-secretária da Ordem dos Advogados do Brasil, Grupo Comunitário Assistencial e Lions Clube Raio de Sol, coordenadora do Centro Cívico no Colégio Hugo Lôbo e Escola Presidente Vargas, e assistente de processo na Delegacia Regional de Educação, todos em Formosa (GO). Foi ainda professora no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, Casa da Criança e Escola Técnica de Comércio em Palmares (PE), e técnica jurídica na Secretaria de Educação de Pernambuco. É membro efetivo da Academia de Letras e Artes do Planalto em Luziânia (GO) e Presidente de Honra da Casa do Poeta Brasileiro – Seção Formosa (GO). Escreve biografias, crônicas, contos e poesias.
Tem os seguintes livros publicados: Maraial, a cidade do meu pai (contos), Uma ponte para o sonho (poesias), Caminhando no tempo (poesias) e De Lázaro a Pedro Ivo (Poder Executivo de Formosa), e o trabalho inédito: Educação, direito de todos? (monografia).
Advogada, contabilista e especialista em educação, recebeu vários títulos e homenagens de mérito e honra pela sua atuação literária. É autora do Hino à Bandeira de Formosa.
É ex-membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente, ex-secretária da Ordem dos Advogados do Brasil, Grupo Comunitário Assistencial e Lions Clube Raio de Sol, coordenadora do Centro Cívico no Colégio Hugo Lôbo e Escola Presidente Vargas, e assistente de processo na Delegacia Regional de Educação, todos em Formosa (GO). Foi ainda professora no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, Casa da Criança e Escola Técnica de Comércio em Palmares (PE), e técnica jurídica na Secretaria de Educação de Pernambuco. É membro efetivo da Academia de Letras e Artes do Planalto em Luziânia (GO) e Presidente de Honra da Casa do Poeta Brasileiro – Seção Formosa (GO). Escreve biografias, crônicas, contos e poesias.
Tem os seguintes livros publicados: Maraial, a cidade do meu pai (contos), Uma ponte para o sonho (poesias), Caminhando no tempo (poesias) e De Lázaro a Pedro Ivo (Poder Executivo de Formosa), e o trabalho inédito: Educação, direito de todos? (monografia).

J. Sousa
J. Sousa trabalhou em grandes veículos de comunicação do País, Radio Nacional AM, TV Globo, Radio Planalto AM e jornal Correio Brasiliense ele tinha 87 anos.
Ele faleceu nessa segunda feira (01/08) em sua residência após um infarto aos 87 anos, J. Sousa morava em Formosa-GO cidade do Entorno do Distrito Federal. J. Sousa nasceu em Minas Gerais, ele ajudou a fundar a Radio Nacional AM do Rio de Janeiro e de Brasília, com 60 anos de profissão ele acompanhou os principais acontecimentos do Brasil. Ele era aposentado da Radio Nacional.
J. Sousa trabalhou em Formosa, na Radio Formosa AM 1140 e Radio 91,3 FM, Radio Nacional AM do Rio de Janeiro, Radio Nacional AM de Brasília, TV Globo e Correio Brasiliense.
Ele foi o criador dos programas ao Cair da Tarde e da Crônica da Cidade. Fez parte do programa da Rádio Planalto AM, Gogó das Sete com Mário Eugênio nos anos 1980, um programa policial de maior sucesso em Brasília.
Era meu amigo, me ensinou muito a fazer o jornalismo esportivo, a gente passava horas falando da politica brasileira, dos grandes nomes da imprensa no Brasil e ás histórias do pais, trabalhamos juntos na Radio Formosa AM 1140 entre os anos de 2005 a 2008, sendo seu sonoplasta no programa ao Cair da Tarde.
Nossos sentimentos aos familiares, sua esposa Jacy Guedes e filhos. (eprodução Rede social - O Diário do Planalto)
Ele faleceu nessa segunda feira (01/08) em sua residência após um infarto aos 87 anos, J. Sousa morava em Formosa-GO cidade do Entorno do Distrito Federal. J. Sousa nasceu em Minas Gerais, ele ajudou a fundar a Radio Nacional AM do Rio de Janeiro e de Brasília, com 60 anos de profissão ele acompanhou os principais acontecimentos do Brasil. Ele era aposentado da Radio Nacional.
J. Sousa trabalhou em Formosa, na Radio Formosa AM 1140 e Radio 91,3 FM, Radio Nacional AM do Rio de Janeiro, Radio Nacional AM de Brasília, TV Globo e Correio Brasiliense.
Ele foi o criador dos programas ao Cair da Tarde e da Crônica da Cidade. Fez parte do programa da Rádio Planalto AM, Gogó das Sete com Mário Eugênio nos anos 1980, um programa policial de maior sucesso em Brasília.
Era meu amigo, me ensinou muito a fazer o jornalismo esportivo, a gente passava horas falando da politica brasileira, dos grandes nomes da imprensa no Brasil e ás histórias do pais, trabalhamos juntos na Radio Formosa AM 1140 entre os anos de 2005 a 2008, sendo seu sonoplasta no programa ao Cair da Tarde.
Nossos sentimentos aos familiares, sua esposa Jacy Guedes e filhos. (eprodução Rede social - O Diário do Planalto)

Olinda Lôbo
(Olinda da Rocha Lôbo)
Menina, Olinda ouvia o pai contar que um dia a nova capital seria construída aos pés de Formosa. Ouvia também as histórias de quando Otílio Teodolino Rocha e seu irmão José Teodolino Rocha haviam servido de guias à Missão Cruls, no fim do século 19. O pai de Olinda jamais se esqueceu da imponência europeia daqueles homens de nomes ou sobrenomes estrangeiros. A garota cresceu inspirada na passagem dos cientistas desbravadores pelo leste goiano. Decidiu que seria professora e começou o ofício em Sítio d;Abadia, também a leste do estado. Naqueles anos 40, só se chegava à cidade a cavalo, ouvindo o rosnado das onças.
Olinda deixou um cargo importante em Formosa para vir para Brasília: O pai de Olinda, Otílio, já estava cansado de esperar pela nova capital ;- ;Será que eu vou morrer sem ver essa cidade?; ;, quando o engenheiro Bernardo Sayão apareceu em Formosa com a novidade: Brasília iria mesmo ser construída. Mas o guia da Missão Cruls não teve tempo de ver a mudança. Morreu em 1957, aos 76 anos. A filha mais velha, Olinda, continuou percorrendo os 70 quilômetros que separam Formosa de Brasília, vencendo o ;asfalto goiano;, terra de chão batido, para acompanhar o surgimento da cidade. De luto pela morte do pai, veio para a 1; Missa, em 2 de maio de 1957, e continuou vindo em visitas cívicas à nova capital. Até que, em novembro de 1958, Olinda fez valer o desejo do pai e se mudou para Brasília, contra a vontade da mãe. Veio para a capital em construção.
Para tanto, renunciou a um cargo importante, ;de autoridade;, que exercia em Formosa. A professora havia se transformado em coletora-tesoureira da Prefeitura. ;Ganhava muito bem, minha mãe não queria que eu viesse, mas eu vim muito impulsionada pelo ideal de educadora.; Não veio bater à porta para pedir emprego. O emprego é que bateu à sua porta. A diretora do Grupo Escolar n; 1 (mais tarde, Júlia Kubitschek), Santa Alves Soyer, foi a Formosa à procura de professoras talentosas e dedicadas. A primeira das indicadas foi Stella dos Querubins. Depois, Olinda da Rocha Lobo.
Novo projeto
Depois de passar por teste na Novacap (a candidata tinha que ministrar quatro aulas), Olinda foi aprovada e, no começo do ano letivo de 1959, estava no Júlia Kubitschek, a primeira escola de Brasília, feita de madeira, com pilotis, treliça e varanda, mais uma criação de Oscar Niemeyer. Era o projeto de Anísio Teixeira já em execução: educação em tempo integral, na qual o conhecimento intelectual se mesclava às atividades artísticas e esportivas.
As professorinhas do Júlia usavam um uniforme azul e branco, com a inscrição GE1, sigla que inspirou um apelido: Garotas Enxutas n; 1, bem próprio para a época. Alojadas num acampamento da Candangolândia, as normalistas candangas começavam a aprender e a praticar os princípios da pedagogia de Anísio, a formação intelectual acompanhada de capacidade crítica. Educada num colégio de irmãs dominicanas em Formosa, onde as crianças tinham aulas de francês e cantavam A marselhesa, o hino nacional da França, Olinda se sentia em igualdade de condições com as demais professoras vindas de outras regiões do país. Mas não era assim que os recém-chegados de Goiás pensavam.
;A gente era muito criticada por ser goiana. Era muito marginalizada. Eles achavam que goiano era incompetente. No alojamento, havia gente de todos os lugares, mineiras, baianas, cariocas, e eu não me sentia inferior a ninguém. Eles desconfiavam da nossa capacidade, só porque éramos de Goiás. Eu disse que um dia eu ia falar isso em público, a gente foi muito marginalizada por ser goiana;, conta a professora Olinda, 80 anos, sem sinal de ressentimento no tom de voz, apenas como quem faz o registro histórico de um preconceito.
Do Júlia Kubitschek, a professora Olinda foi para a primeira Escola Classe de Brasília, a da 308 Sul, onde a concepção de Anísio Teixeira começou a ser efetivamente praticada. ;Ele foi o homem que trouxe para o Brasil a educação como experiência de vida e não a educação decorada. Naquela época, ele fez duas conferências em Brasília e cinco professoras da Escola Classe e cinco da Escola Parque, eu entre elas, fomos fazer estágio em Salvador (BA).;
Especialização
Ao mesmo tempo em que aprendiam os princípios pedagógicos de Teixeira, as professorinhas candangas recebiam aulas de Plano Piloto e arquitetura moderna. ;A Escola Classe era o reflexo de tudo aquilo. Uma escola que nem parecia uma escola, sem janelas altas, sem aquele silêncio absoluto. Não havia cerca nem muro. Era tudo muito livre, o cerrado se misturava à escola. Todos os professores se reuniam para fazer unidades de trabalho.;
Quando chegou setembro de 1959, a Escola Classe da 308 Sul teve de interromper as aulas. A barulho estrepitoso das obras passou a perturbar por demais as atividades. O jeito, então, foi dar férias compulsórias para todos até que as máquinas e os operários se acalmassem um pouco. Nesse período, as professoras foram para o Rio de Janeiro para mais um curso sobre a nova pedagogia que Anísio Teixeira pretendia implantar em todo o país.
O projeto vingou em Brasília até meados dos anos 1970, quando começou o processo de decadência que dura até hoje. A professora candanga atribui o declive à influência política na educação. ;Quando não havia política, a direção da escola era escolhida pela competência.; Até 1982, quando se aposentou, Olinda deu aulas na Escola de Aplicação, na Universidade de Brasília, assumiu diversos cargos de coordenação de ensino de matemática e ajudou a fundar a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Hoje, vive entre Formosa e Brasília, entre as pesquisas sobre a história da cidade onde nasceu e as lembranças dos tempos áureos da educação na capital do país.
Em Formosa fez seu Leito, mas hoje é imortal em suas obras e literaturas.
Olinda deixou um cargo importante em Formosa para vir para Brasília: O pai de Olinda, Otílio, já estava cansado de esperar pela nova capital ;- ;Será que eu vou morrer sem ver essa cidade?; ;, quando o engenheiro Bernardo Sayão apareceu em Formosa com a novidade: Brasília iria mesmo ser construída. Mas o guia da Missão Cruls não teve tempo de ver a mudança. Morreu em 1957, aos 76 anos. A filha mais velha, Olinda, continuou percorrendo os 70 quilômetros que separam Formosa de Brasília, vencendo o ;asfalto goiano;, terra de chão batido, para acompanhar o surgimento da cidade. De luto pela morte do pai, veio para a 1; Missa, em 2 de maio de 1957, e continuou vindo em visitas cívicas à nova capital. Até que, em novembro de 1958, Olinda fez valer o desejo do pai e se mudou para Brasília, contra a vontade da mãe. Veio para a capital em construção.
Para tanto, renunciou a um cargo importante, ;de autoridade;, que exercia em Formosa. A professora havia se transformado em coletora-tesoureira da Prefeitura. ;Ganhava muito bem, minha mãe não queria que eu viesse, mas eu vim muito impulsionada pelo ideal de educadora.; Não veio bater à porta para pedir emprego. O emprego é que bateu à sua porta. A diretora do Grupo Escolar n; 1 (mais tarde, Júlia Kubitschek), Santa Alves Soyer, foi a Formosa à procura de professoras talentosas e dedicadas. A primeira das indicadas foi Stella dos Querubins. Depois, Olinda da Rocha Lobo.
Novo projeto
Depois de passar por teste na Novacap (a candidata tinha que ministrar quatro aulas), Olinda foi aprovada e, no começo do ano letivo de 1959, estava no Júlia Kubitschek, a primeira escola de Brasília, feita de madeira, com pilotis, treliça e varanda, mais uma criação de Oscar Niemeyer. Era o projeto de Anísio Teixeira já em execução: educação em tempo integral, na qual o conhecimento intelectual se mesclava às atividades artísticas e esportivas.
As professorinhas do Júlia usavam um uniforme azul e branco, com a inscrição GE1, sigla que inspirou um apelido: Garotas Enxutas n; 1, bem próprio para a época. Alojadas num acampamento da Candangolândia, as normalistas candangas começavam a aprender e a praticar os princípios da pedagogia de Anísio, a formação intelectual acompanhada de capacidade crítica. Educada num colégio de irmãs dominicanas em Formosa, onde as crianças tinham aulas de francês e cantavam A marselhesa, o hino nacional da França, Olinda se sentia em igualdade de condições com as demais professoras vindas de outras regiões do país. Mas não era assim que os recém-chegados de Goiás pensavam.
;A gente era muito criticada por ser goiana. Era muito marginalizada. Eles achavam que goiano era incompetente. No alojamento, havia gente de todos os lugares, mineiras, baianas, cariocas, e eu não me sentia inferior a ninguém. Eles desconfiavam da nossa capacidade, só porque éramos de Goiás. Eu disse que um dia eu ia falar isso em público, a gente foi muito marginalizada por ser goiana;, conta a professora Olinda, 80 anos, sem sinal de ressentimento no tom de voz, apenas como quem faz o registro histórico de um preconceito.
Do Júlia Kubitschek, a professora Olinda foi para a primeira Escola Classe de Brasília, a da 308 Sul, onde a concepção de Anísio Teixeira começou a ser efetivamente praticada. ;Ele foi o homem que trouxe para o Brasil a educação como experiência de vida e não a educação decorada. Naquela época, ele fez duas conferências em Brasília e cinco professoras da Escola Classe e cinco da Escola Parque, eu entre elas, fomos fazer estágio em Salvador (BA).;
Especialização
Ao mesmo tempo em que aprendiam os princípios pedagógicos de Teixeira, as professorinhas candangas recebiam aulas de Plano Piloto e arquitetura moderna. ;A Escola Classe era o reflexo de tudo aquilo. Uma escola que nem parecia uma escola, sem janelas altas, sem aquele silêncio absoluto. Não havia cerca nem muro. Era tudo muito livre, o cerrado se misturava à escola. Todos os professores se reuniam para fazer unidades de trabalho.;
Quando chegou setembro de 1959, a Escola Classe da 308 Sul teve de interromper as aulas. A barulho estrepitoso das obras passou a perturbar por demais as atividades. O jeito, então, foi dar férias compulsórias para todos até que as máquinas e os operários se acalmassem um pouco. Nesse período, as professoras foram para o Rio de Janeiro para mais um curso sobre a nova pedagogia que Anísio Teixeira pretendia implantar em todo o país.
O projeto vingou em Brasília até meados dos anos 1970, quando começou o processo de decadência que dura até hoje. A professora candanga atribui o declive à influência política na educação. ;Quando não havia política, a direção da escola era escolhida pela competência.; Até 1982, quando se aposentou, Olinda deu aulas na Escola de Aplicação, na Universidade de Brasília, assumiu diversos cargos de coordenação de ensino de matemática e ajudou a fundar a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Hoje, vive entre Formosa e Brasília, entre as pesquisas sobre a história da cidade onde nasceu e as lembranças dos tempos áureos da educação na capital do país.
Em Formosa fez seu Leito, mas hoje é imortal em suas obras e literaturas.

Caroline Spolti
Caroline Spolti, filha da renomada psicanalista Vanda Terezinha Spolti, nasceu em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, e construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e sensibilidade. Licenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Goiás, Caroline é esposa, mãe dedicada, artista plástica e poetisa. Residente em Formosa, sua obra reflete a profundidade de suas vivências e seu olhar criativo sobre o mundo, unindo educação, arte e poesia em uma expressão singular.

David Mello
David Michael de Melo Rodrigues ( David Mello) é escritor/poeta oriundo do Distrito Federal, nascido em 23 de dezembro de 1988. O mesmo é redator e revisor de texto nivelado em letras. O amor pelas palavras nasceu quando tinha 9 anos. Nessa época surgiram os primeiros textos e por influência da mãe torna-se um ávido leitor. Já adolescente veio a lume as primeiras inspirações poéticas do qual se alimentava e ainda deleita trabalhos de diversos poetas. Mas mesmo tendo a poesia como foco principal, em 2013 é publicado o primeiro romance, Heróis de Copacabana, escrito em 2007 e selecionado seis anos depois no primeiro concurso literário da cidade de Formosa/GO. No mesmo ano colaborou com um poema para o livro Segunda Antologia dos Poetas e Escritores Formosenses. Recentemente, de forma completamente independente, David Mello se aventura pelo fanzine delineando o primeiro projeto poético intitulado Santo Bastardo. Também participa de concursos literários de âmbito nacional e internacional.


Denilda de Assis (Dinha de Assis)
Dinha de Assis , nasceu em Goiânia _Go , mas mora em Formosa _Go há muitos anos . Desde criança gosta de ler e escrever . Fez o 3o ano do primário , no antigo Grupo Escolar Claudiano Rocha , hoje Colégio Estadual com o mesmo nome . Filha de dona Dilfa e seu Paulo ( in memorian ) . Vez em quando , Dinha de Assis desenha seus próprios personagens e acha o maior barato . É mãe de 03 filhos : Denize , Gabriel e Dayse . Ama a literatura , tanto que escreve poemas , prosa e contos . E ainda crônicas !


Euripedes Martins Barbosa (Eurípedes Martins)
Euripedes nasceu em Formosa, Goiás, no ano de 1956. Desde pequeno convive com livros já que seu pai era um leitor voraz. Daí nasceu sua paixão para escrever. Tem um livro publicado em 2013 com o título “Sob a luz das estrelas- poemeus e crônicaminhas”. E já tem mais dois aguardando oportunidade para publicação. Tem trabalhos publicados em antologias, jornais e revistas.
Sob a Luz das Estrelas - Poemeu e Crônicaminhas lançado em 2013, livro de estreia de poemas e crônicas.
Sob a Luz das Estrelas - Poemeu e Crônicaminhas lançado em 2013, livro de estreia de poemas e crônicas.


Wert Alvarenga
Nascido em Campo Belo, Minas Gerais, aos vinte e cinco dias do mês de maio de 1932, Wert Alvarenga mudou-se para Formosa, Goiás, aos oito anos, acompanhado de seus pais, Augusto Alvarenga de Oliveira e Maria da Conceição Alvarenga, e de seus seis irmãos. Ele viveu na Fazenda Bonsucesso até a idade adulta, onde trabalhava para ajudar seu pai no sustento da família.
Com determinação e esforço, Wert fez um curso de dentista prático, iniciando sua atuação na área odontológica, já que não teve a oportunidade de cursar o ensino superior em odontologia. Casou-se com Maria Barreto, com quem teve sete filhos, todos nascidos em Formosa.
Ao longo de sua vida, Wert Alvarenga destacou-se como um dedicado membro da comunidade e voluntário incansável. Foi membro da Associação São Vicente de Paulo por quase cinquenta anos, presidindo a Conferência São Vicente de Paulo por nove anos (três mandatos). Além disso, liderou a APAE, realizou trabalhos voluntários na Creche São Sebastião, na cadeia pública de Formosa, e nos asilos da região, onde também prestava assistência odontológica. Seu comprometimento com o bem-estar coletivo lhe rendeu diversas homenagens, reconhecendo seus serviços à comunidade e suas contribuições culturais para a cidade de Formosa.
Desde jovem, Wert demonstrou profundo apreço pela poesia. Iniciou sua jornada literária aos 18 anos, escrevendo versos e anedotas, e manteve seu vínculo com a arte poética ao longo de toda a vida. Foi um membro ativo na criação da Casa do Poeta Brasileiro em Formosa, colaborando de forma significativa para o fortalecimento da poesia na região. Sua obra inclui poemas publicados em revistas, jornais e livros, além de participações em antologias de outros poetas regionais. Wert também gravou duas coletâneas de poesia em CD, perpetuando sua voz e inspiração.
Aos 80 anos, Wert apresentou um livro de poemas que celebra seus grandes amores: Deus, a humanidade, sua vida e sua família. Seus versos refletem a profundidade e a beleza que apenas uma longa e rica vivência pode proporcionar.
Em 26 de outubro de 2021, Wert Alvarenga nos deixou, partindo para compor os imortais da poesia formosense, deixando um legado de amor, arte e serviço à comunidade que inspira gerações.
Com determinação e esforço, Wert fez um curso de dentista prático, iniciando sua atuação na área odontológica, já que não teve a oportunidade de cursar o ensino superior em odontologia. Casou-se com Maria Barreto, com quem teve sete filhos, todos nascidos em Formosa.
Ao longo de sua vida, Wert Alvarenga destacou-se como um dedicado membro da comunidade e voluntário incansável. Foi membro da Associação São Vicente de Paulo por quase cinquenta anos, presidindo a Conferência São Vicente de Paulo por nove anos (três mandatos). Além disso, liderou a APAE, realizou trabalhos voluntários na Creche São Sebastião, na cadeia pública de Formosa, e nos asilos da região, onde também prestava assistência odontológica. Seu comprometimento com o bem-estar coletivo lhe rendeu diversas homenagens, reconhecendo seus serviços à comunidade e suas contribuições culturais para a cidade de Formosa.
Desde jovem, Wert demonstrou profundo apreço pela poesia. Iniciou sua jornada literária aos 18 anos, escrevendo versos e anedotas, e manteve seu vínculo com a arte poética ao longo de toda a vida. Foi um membro ativo na criação da Casa do Poeta Brasileiro em Formosa, colaborando de forma significativa para o fortalecimento da poesia na região. Sua obra inclui poemas publicados em revistas, jornais e livros, além de participações em antologias de outros poetas regionais. Wert também gravou duas coletâneas de poesia em CD, perpetuando sua voz e inspiração.
Aos 80 anos, Wert apresentou um livro de poemas que celebra seus grandes amores: Deus, a humanidade, sua vida e sua família. Seus versos refletem a profundidade e a beleza que apenas uma longa e rica vivência pode proporcionar.
Em 26 de outubro de 2021, Wert Alvarenga nos deixou, partindo para compor os imortais da poesia formosense, deixando um legado de amor, arte e serviço à comunidade que inspira gerações.


Kátya Miranda Clemente (Kátya Miranda)
Natural de Formosa-GO, onde reside, é filha de Claro de Miranda e Orlandina de Castro Miranda, formada em Letras (Português/Inglês) pela UEG - Universidade Estadual de Goias, é professora aposentada da SEE/DF: trabalhou por 26 anos no Centrinho - Centro Fundamental 01 de Planaltina-DF. É casada há 41 anos com Paulo Henrique Clemente, mãe de quatro filhos: Magnum, Pâmella, Priscilla e Gabriel e avó da Manuela. Escritora, contista, historiadora e poetisa, é Católica praticante, adora a Deus sobre todas as coisas, ama a sua família, os amigos e a vida. Escreve desde a sua adolescência, mas só tem um livro publicado: "O Amor e suas características diárias". Tem textos e poesias de sua autoria publicados em jornais e revistas do Distrito Federal e em Goiás. É co-autora de várias antologias de editoras nacionais e é uma das Conselheiras da diretoria atual da Casa do Poeta Brasileiro - POEBRAS - Formosa/GO.
O amor e suas características diárias (contos e poemas)
Participação em antologias locais:
2ª Antologia dos Poetas Formosenses (Olinda da Rocha Lôbo)
3ª Antologia Vila Formosa da Imperatriz (Sônia Rodrih)
Participação em coletâneas Nacionais:
Mulheres extraordinárias se vestem de poesia (Ed. Ecos)
Mulheres Brilhantes (volume 1,2,3) - Ed. Versejar
Poesia Livre 2021 (Ed. Vivara Nacional)
Relicário da Saudades (Ed. Ecos)
Poesia Atemporal (Ed. Versejar)
100 anos Autores Contemporâneos. (Ed. Versejar)
Natal em Poesia (Ed. Biblio)
Então é natal (Ed. Versejar)
O natal entre nós (Ed. Ecos)
Nas entrelinhas do AMOR (Ed. Versejar)
Para sempre amar (Ed. Versejar)
O amor e suas características diárias (contos e poemas)
Participação em antologias locais:
2ª Antologia dos Poetas Formosenses (Olinda da Rocha Lôbo)
3ª Antologia Vila Formosa da Imperatriz (Sônia Rodrih)
Participação em coletâneas Nacionais:
Mulheres extraordinárias se vestem de poesia (Ed. Ecos)
Mulheres Brilhantes (volume 1,2,3) - Ed. Versejar
Poesia Livre 2021 (Ed. Vivara Nacional)
Relicário da Saudades (Ed. Ecos)
Poesia Atemporal (Ed. Versejar)
100 anos Autores Contemporâneos. (Ed. Versejar)
Natal em Poesia (Ed. Biblio)
Então é natal (Ed. Versejar)
O natal entre nós (Ed. Ecos)
Nas entrelinhas do AMOR (Ed. Versejar)
Para sempre amar (Ed. Versejar)

Pe. Joacir Soares D'Abadia
PADRE Joacir d'Abadia, nasceu em Formosa-GO no dia 03 de março de 1984. Já escreveu 36 livros, tem 17 livros publicados, 19 livros para publicar e mais 16 livros como co-autor. Tem 12 anos de vida Sacerdotal. Pároco da Paróquia São José Operário em Formosa-GO da Diocese de Formosa-GO, Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Mário Shenberg (FMS, 2011), Bacharel em Filosofia pela Faculdade de Ciências da Bahia (FACIBA-BA, 2010); Bacharel em Teologia pelo Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília (SMAB, DF, 2006 e 2010); Licenciando em Filosofia pela Faculdade Católica de Anápolis. Professor de Filosofia Prática no Seminário Menor Nossa Senhora d’Abadia em Formosa-GO e Professor de Filosofia no Curso de Teologia para Leigos do Polo de Formosa-GO.
1) "Opúsculo do conhecer" (Editora Cidadela, 2010);
2) "A caridade e o problema da pobreza na periferia" (Agbook, 2010);
3) "A Igreja do ressuscitado" (Virtual Books, 2010);
4) "Contos de barriga cheia" (Cidadela, 2011);
5) "O eu autor" (B24horas, 2011)
6) "Taffom Érdna: romance com a sabedoria" (Palavra e Prece, 2012);
7) "A Filosofia ao cair da folha" (Cidadela, 2013);
8) "Riqueza da Humanidade" (B24horas, 2014);
9) "A Consolação do Sofredor" (Ed. Cidadela, 2016)
10) "A Incógnita de Cully Woskhin" (Editora Palavra e Prece, 2018);
11) “Desalento Pra Viver” (Editora Palavra & Prece, 2019);
12) “Kahn Horn: a sombra do futuro” (Palavra & Prece, 2019);
13) “O Humano do Padre” (Editora Palavra & Prece, 2021);
14) “Aos cuidados da sabedoria” (Editora Art Letras, 2021);
15) “Vivás-Vasti: o contemplador” (Editora Art Letras, 2021);
16) “O Grande Ausente: o Silêncio” (Editora Art Letras, 2022);
17) “Ali’sthyana: a fúria demoníaca da Democracia” (Editora Art Letras, 2023).
1) "Opúsculo do conhecer" (Editora Cidadela, 2010);
2) "A caridade e o problema da pobreza na periferia" (Agbook, 2010);
3) "A Igreja do ressuscitado" (Virtual Books, 2010);
4) "Contos de barriga cheia" (Cidadela, 2011);
5) "O eu autor" (B24horas, 2011)
6) "Taffom Érdna: romance com a sabedoria" (Palavra e Prece, 2012);
7) "A Filosofia ao cair da folha" (Cidadela, 2013);
8) "Riqueza da Humanidade" (B24horas, 2014);
9) "A Consolação do Sofredor" (Ed. Cidadela, 2016)
10) "A Incógnita de Cully Woskhin" (Editora Palavra e Prece, 2018);
11) “Desalento Pra Viver” (Editora Palavra & Prece, 2019);
12) “Kahn Horn: a sombra do futuro” (Palavra & Prece, 2019);
13) “O Humano do Padre” (Editora Palavra & Prece, 2021);
14) “Aos cuidados da sabedoria” (Editora Art Letras, 2021);
15) “Vivás-Vasti: o contemplador” (Editora Art Letras, 2021);
16) “O Grande Ausente: o Silêncio” (Editora Art Letras, 2022);
17) “Ali’sthyana: a fúria demoníaca da Democracia” (Editora Art Letras, 2023).

Ines Terezinha Bellinazo
Biografia
Inês Terezinha Bellinazo, filha de Álvaro Antônio e Ana Bellinazo, nasceu dia 20/07/1956 na cidade de Catuípe no Rio Grande do Sul. Tem dois irmãos, Adão Luiz e Eva Lúcia Bellinazo, dois filhos, Simone Viana e Marcelo Libindo , e seis netos.
Radicada na cidade de Formosa-GO, cursou Letras pela atual UEG, antiga FECLISF e é pós graduada em Literatura Luso-Brasileira pela Faculdade São Luiz, em Jabuticabal-SP. Foi professora do Estado de Goiás durante 14 anos nos colégios José Décio e Hugo Lobo. Em 1998 assumiu também na Secretária de Educação do Distrito Federal e durante 15 anos trabalhou no CEF 02 do Paranoá. Em 2012 transferiu-se para o CEF Buriti Vermelho, também no Paranoá, onde permanece até os dias de hoje.
Apaixonada por viagens e amante das letras, não poderia deixar de privilegiar seus leitores com mais esta obra: A SOBREVIVENTE E ALGUNS CONTOS.
Inês Terezinha Bellinazo, filha de Álvaro Antônio e Ana Bellinazo, nasceu dia 20/07/1956 na cidade de Catuípe no Rio Grande do Sul. Tem dois irmãos, Adão Luiz e Eva Lúcia Bellinazo, dois filhos, Simone Viana e Marcelo Libindo , e seis netos.
Radicada na cidade de Formosa-GO, cursou Letras pela atual UEG, antiga FECLISF e é pós graduada em Literatura Luso-Brasileira pela Faculdade São Luiz, em Jabuticabal-SP. Foi professora do Estado de Goiás durante 14 anos nos colégios José Décio e Hugo Lobo. Em 1998 assumiu também na Secretária de Educação do Distrito Federal e durante 15 anos trabalhou no CEF 02 do Paranoá. Em 2012 transferiu-se para o CEF Buriti Vermelho, também no Paranoá, onde permanece até os dias de hoje.
Apaixonada por viagens e amante das letras, não poderia deixar de privilegiar seus leitores com mais esta obra: A SOBREVIVENTE E ALGUNS CONTOS.

Vanderli Teixeira Barbosa (Mano Manya)
32 anos na Cultura Hip Hop, 27 anos cantando rap e compondo letras, poesias, 21 anos como radialista, 22 anos Funcionário público, 11 anos no evangelho.
01 CD 22 FAIXAS
01 CD 13 FAIXAS
01 EP 06 FAIXAS
04 EPS 05 FAIXAS
02 DVDS
01 LIVRO - Ácido Poético
01 CD 22 FAIXAS
01 CD 13 FAIXAS
01 EP 06 FAIXAS
04 EPS 05 FAIXAS
02 DVDS
01 LIVRO - Ácido Poético

Vera Pereira Couto
Dona Vera Pereira Couto nasceu em 16 de dezembro de 1938, em Formosa-GO, filha de Antônio Pereira da Costa e Georgina Celsa de Oliveira, e criada pelos pais adotivos Jarbas Antônio de Oliveira e Ana Pereira da Costa (Sá Niquinha). Casada há mais de 60 anos com Francisco de Paula Couto, teve 8 filhos, 10 netos e 10 bisnetos, além de ser carinhosamente chamada de "Mãe Vera" por muitos.
Defensora das tradições e da cultura goiana, fundou a AFROVIDES e foi coordenadora da Folia do Divino Espírito Santo. Professora, escritora e gestora cultural, recebeu inúmeras homenagens por sua dedicação à educação, à fé e à cultura.
Em 2023, Dona Vera "se encantou", unindo-se aos seres místicos das folias que tanto amava, deixando um legado de fé, amor e resistência cultural.
Defensora das tradições e da cultura goiana, fundou a AFROVIDES e foi coordenadora da Folia do Divino Espírito Santo. Professora, escritora e gestora cultural, recebeu inúmeras homenagens por sua dedicação à educação, à fé e à cultura.
Em 2023, Dona Vera "se encantou", unindo-se aos seres místicos das folias que tanto amava, deixando um legado de fé, amor e resistência cultural.




Leonasser Lima Rodrigues
(Leonasser Rodrigues)
Escritor e Poeta, Professor e Multiplicador de Conhecimentos, atua em diversas áreas do ensino e da formação acadêmica e profissional. Leciona Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Literatura e Redação no Ensino Básico, além de Português Instrumental, Literatura e Prática Pedagógica em cursos de Letras e Pedagogia. Também ministra Gramática e Redação para Concursos em instituições públicas e privadas. Atua como palestrante e facilitador em cursos de formação nas áreas de Comunicação e Inteligência Socioemocional, auxiliando no desenvolvimento integral de estudantes e profissionais.
Possui formação em Filosofia pelo Instituto de Ciências Sociais e Humanas, Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Boa Esperança e está concluindo Licenciatura em Letras (Português/Inglês) pela Universidade Paulista, Licenciatura em História pelo Centro Universitário Internacional (Uninter) e Direito pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Conta com especializações em Psicopedagogia, Orientação Educacional, Educação Infantil, Educação Especial e Inclusiva, Docência em EAD e Ensino Superior, agregando uma visão ampla e integradora da educação. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a formação ética e intelectual, promovendo ações pedagógicas que aliam conhecimento acadêmico e competências socioemocionais.
Possui formação em Filosofia pelo Instituto de Ciências Sociais e Humanas, Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Boa Esperança e está concluindo Licenciatura em Letras (Português/Inglês) pela Universidade Paulista, Licenciatura em História pelo Centro Universitário Internacional (Uninter) e Direito pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Conta com especializações em Psicopedagogia, Orientação Educacional, Educação Infantil, Educação Especial e Inclusiva, Docência em EAD e Ensino Superior, agregando uma visão ampla e integradora da educação. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a formação ética e intelectual, promovendo ações pedagógicas que aliam conhecimento acadêmico e competências socioemocionais.


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